segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Resenha Crítica de Filme: Procurando Nemo

O que as aventuras do pai do Nemo me ensinaram

Procurando Nemo se tornou programação fixa e obrigatória para a Kaline. Ela teve sorte de o Dvd ainda não ter pifado de vez. E sabe, pensava eu que ia enjoar, mas o vício está se estendendo a mim também. Cada vez que vejo o filme do peixinho perdido, encanto-me mais com a história. E aprendo mais com ela também. Aliás, posso afirmar com veemência que nunca aprendi tanto em um desenho como aprendi com as aventuras da Dory e dos dois pexinhos-palhaço do recife.

Pra começar, fiquei intrigada com essa história de CLA (Corrente Leste Autraliana) e descobri em minhas pesquisas que ela de fato existe. Consiste em uma das correntes responsáveis pelo equilíbrio térmico do planeta. Sem a CLA, o hemisfério Norte provavelmente estaria congelado. Ah, o mais interessante é que a CLA é uma corrente de água doce. A natureza é perfeita mesmo, hein!


Não é folia do Crush, não. A média de vida de uma tartaruga marinha é de quase 200 anos. Claro que existem outras espécies que vivem menos, mas não é o caso apresentado no filme. Sem dúvida, a tartaruga que Dory e Marlin encontraram ainda estava jovenzinha com os seus 150 anos de experiência de vida.


O Bloat, peixinho que se enche de ar, disse que o número de dentes nos três tubarões explodidos pelo pai do Nemo somavam 4 mil e 800. Bom, só o tubarão branco, espécie do gigantesco Bruce, possui cerca de 3 mil dentes. É bem possível que o número de dentes dos três tubarões amigos da Dory seja superior ao indicado pelo Bloat.


E por falar no peixinho que se enche de ar, a espécie do Boat é fugu (mais conhecido como baiacu). A carne dele é venenosa, se não for preparada com cuidado, somente por cozinheiros muito bem treinados, ela pode até matar um homem.

A espécie de peixe da Dory é Blue Tang. Na vida real, ela é bem como apresentada no filme, amiga-se com qualquer peixe. Um amorzinho.


A espécie que atrai Marlin e Dory com uma luz que dá "felicidade" é chamada de peixe abissal. Eles atraem as presas com a luzinha e são capazes de comer peixes com o dobro de seu tamanho.

Ainda tenho dúvida se o Aqua Scan existe, aquele limpador de aquário que escaneia o ambiente a cada cinco minutos. Eu acredito que seja um belo merchandising, por isso, imagino que ele seja verdadeiro.

E para finalizar, aprendi assistindo ao trailer do filme, que no mar existem 3,7 trilhões de peixes. Dá para acreditar? Bom, há muito mais que se aprender com os peixinhos. Ainda estou pesquisando sobre o universo marinho, e estou gostando das minhas descobertas.

Minha Nota: 10,0

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